BAK Cultural

Os primeiros acordes tocados no projeto BAK Cultural, foram pela banda Vertente Acústica que apresentou uma quantidade de variações musicais que gostam de levar ao público: o repertório incluiu desde 10.000 maniacs, Amy Winehouse e Tina Turner a Bob Marley, Adoniram Barbosa e Maria Rita, e também os eternos clássicos como Queen, Ray Charles, Doors, Elis Regina e Janis Joplin. Em um ambiente agradável, que é a Casa d’ Herci estúdio, e um público de amigos, músicos e envolvidos com a música em São Mateus, o clima foi de imensa comemoração.

Marcado para ocorrer a partir das 19h00, o evento começou no In Studio com a primeira apresentação do Futuro Now, apresentando uma sonoridade eletrônica composta e apresentada por uma única pessoa, o artista plástico e músico Tonny Willians. Tudo ocorreu dentro do estúdio, sendo transmitido por um telão para todo o público que colou os olhos no telão do inicio ao fim da apresentação.

Logo após, no coffeshop, se apresentando também pela primeira vez, Marcinho trouxe suas composições reflexivas e bits pesados em forma de Rap que embalou a galera.

Enquanto isso, a galera da Banda Violéte afinava seus instrumentos dentro do estúdio para mais uma In Studio. Hoje, com seu primeiro EP “Somos o que éramos”, eles procuram passar para quem ouve a sua essência própria. Para Midi, vocalista da banda Violéte,  “ Ser vocalista e tocar música própria, é uma evolução pessoal”, comenta ela, que finaliza dizendo “Saber que você tem capacidade de criar é muito bom. Ainda mais quando você toca com pessoas mais do que especiais. No começo é preciso tocar cover, mas chega uma hora que você precisa mudar. Tocar som próprio é a evolução da sua alma”.

O primeiro encontro terminou com mais Vertente Acústica tocando clássicos do rock.

*Com trechos retirados da Revista Friday e foto retirada do Facebook da banda.